Não faz mal que amanheça devagar, as flores não têm pressa nem os frutos: sabem que a vagareza dos minutos adoça mais o outono por chegar. Portanto não faz mal que devagar o dia vença a noite em seus redutos de leste – o que nos cabe é ter enxutos os olhos e a intenção de madrugar. (1957)
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